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Gesso Comum - Yamay

Código 494

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Descrição do Produto

Gesso Comum Tipo II Yamay para Modelos de Estudo e Base – Embalagem com 1kg

O Gesso Comum Tipo II da Yamay é um insumo fundamental para a rotina laboratorial, oferecendo excelente custo-benefício em procedimentos de planejamento e diagnóstico. Sua formulação do tipo Beta permite uma manipulação simplificada, resultando em modelos de estudo com fidelidade anatômica adequada para análises ortodônticas e protéticas iniciais. A porosidade característica deste material assegura uma base estável para troquéis, otimizando a organização do fluxo de trabalho e garantindo a estabilidade dimensional necessária.


Benefícios Principais

  • Otimização de Custos: Ideal para a confecção de bases de modelos e planejamento, permitindo economia de materiais mais nobres sem perder a eficiência clínica.

  • Tempo de Presa Ágil: Com um tempo de presa final entre 10 e 12 minutos, o produto acelera o fluxo de trabalho laboratorial, permitindo desmoldagens mais rápidas.

  • Excelente Escoamento: A granulometria do gesso Beta favorece a reprodução de detalhes anatômicos básicos, essencial para modelos de estudo e visualização de oclusão.

  • Manipulação Homogênea: Apresenta uma textura que facilita a espatulação manual ou mecânica, reduzindo a incidência de bolhas de ar que comprometem a superfície.

  • Segurança Normativa: Fabricado em conformidade com a RDC 260/2002 da ANVISA, garantindo um produto com propriedades químicas estáveis e reação exotérmica controlada.


Especificações Técnicas

  • Marca: Yamay.

  • Tipo: Gesso Comum Tipo II (Tipo Beta).

  • Quantidade: Embalagem com 1kg.

  • Cor: Branca (parcialmente amarelada).

  • Tempo de Trabalho: 4 a 6 minutos.

  • Tempo de Presa: 10 a 12 minutos.

  • Resistência à Compressão: 240 kgf/cm².

  • Consistência Recomendada: 50 a 60 ml de água para cada 100g de pó.

  • Porosidade: Elevada (característica de gessos tipo II).

  • Validade: 3 anos a partir da data de fabricação.

  • Registro ANVISA: RDC 260/2002.


FAQ - Perguntas Frequentes

Qual a principal indicação do Gesso Comum Tipo II em comparação ao Gesso Pedra? O Gesso Comum Tipo II é indicado primordialmente para a confecção de modelos de diagnóstico, estudos ortodônticos e para servir como base de modelos de trabalho feitos em gesso pedra. Por possuir uma resistência mecânica inferior e maior porosidade, ele não deve ser utilizado para modelos que sofrerão grandes esforços de compressão ou desgaste laboratorial intenso. Sua aplicação é estratégica para reduzir custos em etapas onde a altíssima precisão micrométrica não é o requisito principal do procedimento.

Como deve ser feita a proporção entre água e pó para garantir a resistência de 240 kgf/cm²? Para atingir as propriedades mecânicas descritas pelo fabricante, é rigorosamente necessário utilizar entre 50 a 60 ml de água para cada 100g de pó. O uso de água em excesso aumentará a porosidade final do modelo e reduzirá drasticamente a resistência à compressão, tornando o gesso quebradiço e instável. Recomenda-se o uso de uma balança de precisão e um medidor de líquidos para que a mistura mantenha a estabilidade dimensional esperada durante a cristalização.

Por que é recomendado molhar a cuba antes de iniciar a manipulação do gesso? Molhar a cuba plástica e remover o excesso de água antes da mistura serve para evitar que o recipiente absorva a água necessária para a reação química do gesso. Se a cuba estiver seca, ela pode retirar umidade da massa, alterando a proporção água/pó e prejudicando a homogeneidade da mistura final. Este cuidado simples garante que o tempo de trabalho de 4 a 6 minutos seja respeitado e que a massa apresente um brilho superficial adequado.

Quais os riscos de não seguir o tempo de espatulação recomendado pela Yamay? Uma espatulação insuficiente pode resultar em uma massa heterogênea com grumos de pó não hidratados, o que fragiliza a estrutura interna do modelo de gesso. Por outro lado, a espatulação excessiva ou vigorosa demais pode introduzir microbolhas de ar e acelerar precocemente o tempo de presa, impedindo o escoamento correto nos detalhes do molde. O ideal é realizar movimentos circulares e firmes, batendo a cuba levemente em um vibrador de gesso para eliminar o ar aprisionado.

O Gesso Comum Tipo II pode ser utilizado para modelos de próteses fixas ou implantes? Não é recomendado o uso do Gesso Comum para modelos de trabalho em próteses fixas, coroas ou infraestruturas de implantes devido à sua alta porosidade e baixa dureza superficial. Para esses casos, o profissional deve optar por gessos do Tipo IV ou V, que possuem menor tensão de contração e maior resistência à abrasão durante o enceramento. O gesso tipo II da Yamay deve ficar restrito às bases, modelos de estudo preliminares e montagens em articulador onde a precisão absoluta de troquel não é exigida.