Cera 7 Rosa Wilson Polidental para Base de Prova e Planos de Orientação – Embalagem com 225g
A Cera 7 Rosa Wilson da Polidental é o padrão de excelência para a confecção de bases de prova e planos de orientação em próteses totais e parciais removíveis. Sua formulação exclusiva oferece uma rigidez calibrada que garante a estabilidade dimensional necessária para suportar as tensões térmicas e mecânicas durante a fase de registro clínico. A coloração rosa translúcida simula com precisão a estética dos tecidos gengivais, permitindo uma avaliação harmônica da montagem dos dentes e do suporte labial durante as provas em boca. É reconhecida pela sua baixa memória elástica e excelente capacidade de escultura, sendo o insumo indispensável para profissionais que buscam previsibilidade e precisão em reabilitações protéticas complexas.
Benefícios Principais
• Alta Rigidez de Superfície: Classificada como cera nº 7, oferece a dureza ideal para que os planos de orientação não sofram distorções durante o registro da relação cêntrica. • Excelente Fidelidade Anatômica: Permite a escultura refinada de ameias e colos dentais, facilitando a caracterização gengival durante a fase de prova estética com o paciente. • Baixa Contração de Resfriamento: Minimiza a tensão de contração interna do material, assegurando que a base de prova mantenha sua adaptação precisa sobre o modelo de gesso. • Limpeza e Escoamento Térmico: Apresenta um ponto de ebulição controlado que garante a remoção total da cera durante a fase de lavagem do molde (eliminação da cera), sem deixar resíduos gordurosos. • Textura Homogênea: Facilita a manipulação com espátulas aquecidas, proporcionando um brilho superficial superior e um acabamento liso que reduz a necessidade de ajustes laboratoriais exaustivos.
Especificações Técnicas
• Nome do Produto: Cera 7 Rosa Wilson. • Marca: Polidental. • Quantidade: Embalagem com 225g (aproximadamente 18 lâminas). • Cor: Rosa (Simulação gengival). • Composição: Parafinas, ceras naturais, polímeros sintéticos e corantes. • Indicação: Planos de orientação, bases de prova e montagem de dentes em prótese total e parcial. • Registro ANVISA: Isento (Produto para uso laboratorial e diagnóstico).
FAQ - Perguntas Frequentes
Por que a Cera 7 Rosa Wilson é preferível para a confecção de planos de cera em relação a outras ceras? A Cera 7 Rosa Wilson possui uma formulação específica de alta rigidez que impede a deformação plástica indesejada sob a temperatura intrabucal durante o tempo necessário para o registro oclusal. Em procedimentos de prótese total, onde a determinação da dimensão vertical e do espaço funcional livre é crítica, a utilização de uma cera com alta estabilidade dimensional é o que garante que os dados coletados na clínica sejam transportados fielmente ao articulador. Outras ceras mais macias podem ceder sob a pressão muscular do paciente, induzindo o dentista ao erro de planejamento e resultando em próteses com oclusão instável.
Como este material se comporta durante o processo de prova estética com os dentes montados? Durante a prova de dentes, a Cera 7 Rosa Wilson atua como o suporte estrutural que mantém cada elemento dental em sua posição planejada, resistindo ao esforço de mastigação funcional simulada sem que os dentes se desloquem. Sua cor e opacidade foram desenvolvidas para não interferir na percepção cromática dos dentes de resina, permitindo que o paciente e o profissional validem a linha do sorriso e o corredor bucal de forma realista. Além disso, a facilidade de recorte permite ajustes rápidos em consultório, como a redução do volume vestibular ou ajuste do comprimento incisal, sem que a placa base perca sua retenção no modelo.
Qual é a técnica recomendada para plastificar a cera sem alterar suas propriedades químicas? O ideal é que a Cera 7 Rosa seja aquecida de forma indireta, utilizando calor seco (lamparina a álcool ou bico de Bunsen) ou através de um aquecedor de cera com temperatura controlada para evitar a carbonização dos polímeros. O superaquecimento do material pode levar à perda de componentes voláteis que conferem a plasticidade e o brilho, tornando a cera quebradiça e difícil de esculpir após o resfriamento. Recomenda-se plastificar a lâmina uniformemente antes de adaptá-la ao modelo de gesso isolado, garantindo uma espessura homogênea em toda a base da futura prótese.
Esta cera deixa resíduos no gesso após o processo de lavagem no laboratório? Não, a Cera Wilson foi formulada para possuir um escoamento completo e limpo quando submetida ao vapor de água ou água fervente durante a fase de inclusão em mufla. A ausência de resíduos é fundamental para garantir a adesão química e mecânica perfeita entre a resina acrílica da base e os dentes de estoque ou a própria estrutura metálica de uma PPR. Se uma cera deixa restos gordurosos no gesso, isso pode atuar como um isolante indesejado, causando bolhas na acrilização ou falhas na polimerização da resina, comprometendo a longevidade da prótese.
Como a Cera 7 Rosa Wilson contribui para a ergonomia e produtividade do protético? A consistência da Cera 7 Wilson permite que o protético realize o enceramento de forma mais rápida, pois o material aceita o polimento a frio com facilidade e mantém o brilho após a passagem de uma chama rápida (flambagem). Sua capacidade de aderir firmemente ao gesso (quando este está devidamente seco e isolado) evita que o trabalho se solte durante as fases intermediárias de montagem em articulador. Além disso, a resistência ao desgaste permite que o modelo de cera seja manuseado múltiplas vezes entre o consultório e o laboratório sem a necessidade de reconsertos constantes, otimizando o fluxo produtivo.